Para melhorar significativamente o conforto dos visitantes nos parques, o Centro de Administração Municipal dos Parques de Beijing introduziu, em regime experimental, 17 dispositivos de controlo de mosquitos de inspiração biomimética, que já se encontram em funcionamento no Palácio de Verão, no Parque Beihai, no Parque Zizhuyuan, no Jardim Botânico Nacional (Norte) e no Museu de Jardins Chineses e Arquitetura Paisagística.

O capturador inteligente de mosquitos, equipado com grelhas de ventilação no topo, imita a respiração humana ao libertar dióxido de carbono. Os mosquitos, atraídos pela ilusão da presença de uma pessoa, aproximam-se e são sugados por um fluxo de ar de pressão negativa para o interior da câmara de captura, onde são eliminados. Este método reduz eficazmente a concentração de mosquitos em áreas localizadas. O sistema de monitorização permite ainda, em tempo real, a consulta dos dados de cada unidade, incluindo o número de capturas e o estado operacional do equipamento, fornecendo assim um suporte tecnológico fundamental para o combate a mosquitos e moscas nos parques durante o verão.
Para além disso, sempre após a ocorrência de chuvas, as equipas dos parques procedem imediatamente à limpeza das poças de água acumuladas em zonas de relvado e depressões do terreno. Complementarmente, recorrem a métodos físicos de captura, tendo já colocado 1.419 placas adesivas para insetos e instalado 199 armadilhas luminosas profissionais para monitorização de pragas. O Parque Xiangshan inovou ao adotar um modelo de controlo biológico, mantendo, durante todo o ano, peixes larvívoros ornamentais em vários pontos de água da paisagem. Estes peixes alimentam-se das larvas dos mosquitos através da cadeia alimentar natural, assegurando, a longo prazo, que estas massas de água não se tornem focos de reprodução de mosquitos e moscas.
Fonte: Beijing Xinwen Guangbo